Capitã Marvel: a heroína mais esperada mostra a que veio! [SPOILERS]

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Capitã Marvel: a heroína mais esperada mostra a que veio! [SPOILERS]

Nesses mais de 11 anos do Universo Cinematográfico Marvel, vimos muitas histórias serem contadas, nos cativamos por personagens incríveis, nos emocionamos com momentos de sacrifício e obviamente demos boas risadas com os mais inusitados alívios cômicos. No entanto, em todo esse tempo uma história ainda faltava ser contada, a história de uma mulher.

Não é novidade para ninguém que o MCU é realmente carente de personagens femininas, embora tenhamos a Viúva Negra, a Feiticeira Escarlate e a Gamora, elas sempre foram tratadas com personagens secundárias e nunca tiveram o destaque que mereciam. Capitã Marvel vem para resolver isso, mas não só para ser o primeiro filme solo de uma heroína, mas para apresentar a mais forte heroína desse universo, que possui o privilegio de carregar MARVEL no seu nome. A responsabilidade desse papel foi entregue à Brie Larson, atriz que ficou mais conhecida após ganhar o Oscar pelo seu excelente trabalho em O Quarto de Jack.

Sem entrar em muitos detalhes para evitar ao máximo os spoilers, Capitã Marvel conta a história de Vers ou Carol Danvers, uma integrante da Starforce, uma força de ataque especial dos Kree, raça alienígena que trava uma longa guerra contra os Skrulls, outra raça que possui a capacidade de mudar a sua aparência.

Danvers constantemente tem flashes do seu passado, sobre um vida que aparentemente ela teve, mas que não possui as memórias completas. Após uma missão dar errado, Carol acaba caindo na Terra em plena década de 90, onde as suas memórias ficam cada vez mais vividas e ela encontrará quem realmente é.

É impossível falar de Capitã Marvel e não falar de empoderamento, até porque a história de Carol Danvers é uma clara metáfora a jornada enfrentada por basicamente todas as mulheres. Carol é ensinada por uma raça aparentemente nobre a agir de uma determinada forma, deixando de lado completamente os seus sentimentos, mas através das suas memoriais e instintos ela vai se libertando dessas amarras e consequentemente ficando cada vez mais poderosa. As mulheres no nosso mundo já nascem em uma sociedade patriarcal, onde é dito como elas devem agir, mas através da ajuda de outras mulheres e também dos seus próprios instintos elas se libertam dessas regras, ganhando força para serem o que quiserem.

O maior mérito do filme está na personalidade da protagonista, que vai sendo construída a partir das interações com os demais personagens, tornando Carol Davers cada vez mais inspiradora. E no final ela está literalmente brilhando, mostrando não só que é a heroína mais forte desse universo, como não precisa provar nada para ninguém.

Uma ótima dica de filme para o fim de semana! Recomendamos.

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